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José de Arimatéa dos Santos |
Quem nunca chutou sem querer no pé
de uma cama? Coisa simples e corriqueira, fato comum, contudo dolorido. Para
muitas pessoas azar. Como se a vida se dividisse em azar e sorte ou vice e
versa. Vemos o quanto nossas ações durante o dia a dia são de acontecimentos simples
e nem tão doloridos como o chute relatado acima. Essa é a vida que cotidianamente
acontece.
O importante é ter aquela
consciência que as coisas não gravitam em torno de nós, o ser solitário, o
sujeito que somos, gravitam nesse mundo no conjunto de todos os seres vivos,
onde qualquer um de nós somos parte e ao mesmo responsável por tudo e no todo.
É notícia mundo a fora do índio
considerado o ser humano mais solitário desse planeta terra, pois foi vítima de
uma tragédia, infelizmente, ainda tão comum nesse nosso Brasil. Invasão de
florestas com o fim de devastá-la e matam o índio ou qualquer um que esteja a
lutar pela natureza. Alguns não entendem a importância da floresta em pé e com
o índio a viver e proteger esse ecossistema.
A importância de se proteger esse
índio nas florestas do estado de Rondônia e demais locais, pois a violência e a
ganância em destruir a natureza são latentes. Fico às vezes ensimesmado e a
querer a entender um futuro de um planeta sem as matas e a cadeia que se forma
advindo desse sistema tão complexo e fascinante.
Já se discute não se usar canudinhos
de plásticos e o excesso de sacolas plásticas em nossas vidas. As consequências
desses produtos aparecem na natureza a poluir o meio ambiente e prejudicar a
vida de muitos seres vivos. A vida continua lépida e fagueira e a nos desafiar.
Resta-nos tão somente vivê-la e da melhor maneira possível.
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