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Imagem retirada do Google Images |
A criança sempre tem a fascinação
pela bola. Toda criança ao ver uma bola já quer brincar e chutar. Essa é uma
das coisas mais naturais do ser humano. E aqui no Brasil estamos acostumados a
ter os grandes jogadores de futebol. Sejam no masculino e no futebol feminino
onde Marta é considerada uma das grandes jogadoras do esporte.
Já foi o tempo do camisa 10.
Época vinda de Pelé e depois de Rivelino, Zico e outros grandes atletas do
futebol brasileiro. Esses três jogadores citados são de um tempo que não
existia canal de tv a cabo. Tudo passava nos canais abertos e pouquíssimo jogo
de futebol. Escutava-se mais o rádio e se liam as notícias esportivas pelos
jornais e pela revista Placar. As notícias não borbulhavam como acontece hoje.
Um jogo de futebol pela tv ao
vivo ou compacto ou ainda aquele campeonato de amadores no campinho na esquina,
no bairro e em todas as cidades movimentavam os acontecimentos futebolísticos.
E posso dizer sem saudosismo que eram grandes jogos. Futebol bem jogado e o
aparecimento de novos Rivelinos, Zicos, grandes jogadores.
Foi frustrante o jogo jogado de
Santos x Palmeiras, no Maracanã na decisão da Libertadores da América. Não
houve jogo de futebol. Coisa raríssima num passado não tão longe como o
descrito acima. E Santo x Palmeiras não é exceção, infelizmente. Repetem-se
Brasil e mundo a fora, e mesmo na europa, jogos ruins de se ver. Aqui ou ali se
destacam as jogadas de Cristiano Ronaldo e Lionel Messi.
Quem gosta do futebol bem jogado,
do improviso do jogador diferente sempre tem a esperança e brilha os olhos numa
jogada bem feita. No drible que desmonta aquele esquema tático rígido e até
então intransponível. No gol. Esse é o futebol que a criança desde que tem
contato com a bola pela primeira vez se delicia e que o futebol melhore e volte
a “encher os olhos” de todos os torcedores.
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